Os fragmentos coloridos foram se juntando, revestindo pequenos pedaços de madeira em formato de pétala ou folha. Ainda não fazia ideia aonde iria chegar, nem o que surgiria. As cores foram dando o tom do encaminhamento do trabalho. Uma ‘folha’ após outra foram surgindo, cada uma enfatizando uma cor.
A ideia de transformá-las numa mandala surgiu da tentativa de combinar as peças (folhas) de maneira harmoniosa, numa peça de madeira redonda que tinha à mão. E, voilá! Bingo! Ali estava uma mandala num formato inusitado, com pontas que partiam de um centro ( que ainda não sabia o que seria) para além do círculo, parecendo dele querer escapar! Com tantas cores partindo do meio, parecendo dele irradiar, nada melhor que um cristal para o ponto central. Este seria o ponto de luz que emanaria energia para o todo do círculo e (para quem acredita) para fora!
Fotos de algumas etapas do trabalho:
As primeiras “folhas” surgindo.
Aqui a ideia da mandala começa a tomar forma.
A difícil decisão sobre o preenchimento. Decidi pelo mármore pois queria um material fosco e rústico. Senti a necessidade de um elemento de fizesse a conexão entre as “folhas coloridas”, usei pasta vítrea branca num formato de ‘gota’.